14/02/2012 - Acordo vai triplicar o volume de gás disponível no Estado
O governador Tarso Genro assinou na sexta-feira, no Rio de Janeiro, protocolo de intenções com a Petrobras para viabilizar a implantação de um terminal de regaseificação de gás natural liquefeito (GNL) e uma fábrica de fertilizantes. Além do governo gaúcho e da Petrobras, fazem parte do acordo as companhias Hyundai e Samsung. O investimento pode chegar a U$ 5 bilhões e deve triplicar o volume de gás disponível no Estado. O estudo vai definir o tamanho e a forma do projeto.
A tendência é que a planta de regaseificação tenha capacidade de produção de 7 milhões de metros cúbicos ao dia. Parte será destinada à fábrica de fertilizantes e o restante será distribuído para geração de eletricidade e consumo industrial. Atualmente, o Brasil tem dois terminais de regaseificação, um no Rio de Janeiro e outro no Ceará. Um terceiro está sendo construído na Bahia.
O governador destacou o potencial das instituições e empresas envolvidas no projeto. “Temos convicção de que o estudo será positivo e as consequências serão excepcionais para o Rio Grande do Sul.”
“Trabalhando com o Rio Grande do Sul, Samsung e Hyundai, tenho certeza de que teremos um excelente resultado. É um trabalho cooperativo para um projeto estruturante”, ressaltou a diretora de Gás e Energia da Petrobras, Maria das Graças Foster, futura presidente da estatal. Segundo ela, a combinação de um terminal de regaseificação e uma fábrica de fertilizantes fará diferença do ponto de vista energético para o Rio Grande do Sul.
Fonte: Jornal do Comércio/RS

A tendência é que a planta de regaseificação tenha capacidade de produção de 7 milhões de metros cúbicos ao dia. Parte será destinada à fábrica de fertilizantes e o restante será distribuído para geração de eletricidade e consumo industrial. Atualmente, o Brasil tem dois terminais de regaseificação, um no Rio de Janeiro e outro no Ceará. Um terceiro está sendo construído na Bahia.
O governador destacou o potencial das instituições e empresas envolvidas no projeto. “Temos convicção de que o estudo será positivo e as consequências serão excepcionais para o Rio Grande do Sul.”
“Trabalhando com o Rio Grande do Sul, Samsung e Hyundai, tenho certeza de que teremos um excelente resultado. É um trabalho cooperativo para um projeto estruturante”, ressaltou a diretora de Gás e Energia da Petrobras, Maria das Graças Foster, futura presidente da estatal. Segundo ela, a combinação de um terminal de regaseificação e uma fábrica de fertilizantes fará diferença do ponto de vista energético para o Rio Grande do Sul.
Fonte: Jornal do Comércio/RS

